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Fórmula 1 amplia receita com streaming e altera exibição no Brasil

São Paulo, 17 de março de 2026 – A Fórmula 1 vive fase de expansão comercial impulsionada principalmente pelo serviço de streaming F1TV, que registrou número recorde de novas assinaturas no Grande Prêmio da China. A alta demanda chegou a provocar instabilidade na plataforma durante a etapa chinesa.

Crescimento do negócio

O volume adicional de assinaturas reforça a estratégia da categoria de ampliar receitas fora dos meios de transmissão tradicionais. Para a organização, o aumento de lucro obtido com o serviço digital confirma a Fórmula 1 como produto de entretenimento em ascensão em diversos mercados.

Novo regulamento híbrido

Em 2026, os carros passaram a adotar motorização híbrida com divisão aproximada de 50% entre combustão e bateria. Após apenas duas corridas disputadas sob as novas regras, a segunda prova apresentou desempenho melhor do que a primeira, segundo avaliação interna. A direção da categoria admite que ajustes podem ser feitos, mas pede paciência ao público enquanto monitora a evolução técnica.

Mudanças na transmissão aberta no Brasil

O Brasil, um dos poucos países que exibiam todo o campeonato em canal aberto, iniciou transição para modelo híbrido. A Rede Globo transmitirá ao vivo 15 dos 24 Grandes Prêmios da temporada, limitando-se às corridas. Treinos livres, classificações e provas Sprint passam a exigir assinatura de canal a cabo ou de serviços de streaming, como o próprio F1TV, que oferece conteúdo adicional além das corridas.

Com a combinação de novas fontes de receita, ajustes técnicos no regulamento e reconfiguração dos direitos de transmissão, a Fórmula 1 busca equilibrar tradição esportiva e sustentabilidade financeira rumo às próximas temporadas.

Com informações de Autoracing

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