Um ano depois de deixar o comando da Red Bull, Christian Horner declarou que ainda mantém contato frequente com integrantes da equipe, mas que não sente saudades dos bastidores políticos da Fórmula 1. A declaração foi dada ao jornal britânico The Times durante o fim de semana do Grande Prêmio da Grã-Bretanha, em Silverstone, disputado no último domingo, 12 de julho de 2026.
Contato mantido com a equipe
Horner, que chefiou a Red Bull por quase duas décadas, afirmou que conversa regularmente com “muitas pessoas” da escuderia austríaca e se alegra por ter preservado esses laços após sua saída.
Saudades da competição, não da política
O britânico ressaltou que sente falta da “competitividade diária” proporcionada pela categoria, mas se mostra aliviado por não ter de lidar com as disputas de bastidor e as polêmicas que acompanham o ambiente da F1. “Quando se está completamente focado no trabalho, é difícil ter perspectiva. Há muito mais na vida do que apenas Fórmula 1”, comentou.
Recuperação da Red Bull já estava encaminhada
Desde que Horner deixou a equipe, Laurent Mekies assumiu a chefia do time e liderou a reação que colocou Max Verstappen na briga pelo título até as últimas etapas, contra os pilotos da McLaren. Segundo Horner, esse avanço aconteceria de qualquer forma, pois alterações estruturais costumam levar de nove a doze meses para surtirem efeito na pista. “Tudo o que ocorreu no ano passado teria acontecido mesmo que eu não estivesse lá”, observou.
Legado a cargo da história
Sobre seu período à frente da Red Bull, Horner afirmou que prefere que a história avalie seu legado. “Posso ser julgado apenas pelo que fiz. A história decidirá”, concluiu, dizendo não buscar reconhecimento público.
Com informações de Autoracing



