Nico Hulkenberg afirmou que a Audi precisará de paciência para descobrir onde se encaixa no grid da Fórmula 1 em 2026. O alemão explicou que apenas as primeiras sessões classificatórias do campeonato revelarão a posição real da nova equipe de fábrica.
Pré-temporada marcada por altos e baixos
Depois de um shakedown turbulento em Barcelona, no qual o carro provocou duas bandeiras vermelhas em três dias, a Audi realizou testes mais estáveis no Bahrein. Entre quarta e sexta-feira, Hulkenberg e o companheiro Gabriel Bortoleto registraram o décimo e o décimo segundo tempos, respectivamente. No total, o time completou 357 voltas, sétima melhor marca em quilometragem.
Na primeira manhã de atividades no Bahrein, o número 27 ainda chegou a parar a sessão, mas voltou à pista cerca de 15 minutos depois. A partir daí, não houve falhas significativas até o fim da preparação.
Resultado real deve aparecer só em Melbourne
Apesar da evolução, Hulkenberg evitou previsões. “Só teremos certeza em Melbourne e talvez depois de algumas corridas, porque depende muito do tipo de pista e de como o pacote reage”, declarou. Para ele, os rivais “baixarão as calças” apenas na classificação de abertura, momento em que as forças ficarão claras.
Objetivo inicial: pelotão intermediário
A Audi estreia em 2026 no lugar da Sauber, já com unidade de potência própria e meta de lutar por títulos até 2030. Até lá, o foco é mais modesto. “Queremos ser competitivos no meio do grid agora”, resumiu Hulkenberg. O piloto destacou o trabalho intenso do inverno, especialmente na nova divisão de motores, e reconheceu que ainda há “muito espaço para melhorar”.
Com informações de Autoracing



