A McLaren iniciou a temporada 2026 da Fórmula 1 sob pressão. Atual campeã mundial de pilotos e construtores, a equipe de Woking viu seus dois carros ficarem fora da largada na etapa da China, enquanto Oscar Piastri já havia abandonado antes mesmo de alinhar no grid na Austrália. Com desempenho aquém do apresentado pela dominante Mercedes, o time agora concentra esforços em acelerar a evolução do MCL38.
Paralelo com a virada de 2023
O chefe de equipe Andrea Stella relembrou a reviravolta vivida pela McLaren em 2023, quando o carro saiu do fim do pelotão para brigar por pódios após fortes atualizações técnicas. “Estamos muito determinados a recriar um caminho de desenvolvimento semelhante ao de 2023”, declarou o engenheiro italiano.
Base sólida, estratégia diferente
Stella, entretanto, fez uma ressalva importante: a configuração atual tem fundamentos sólidos, ao contrário do modelo de três anos atrás que exigiu mudanças conceituais profundas. “Existe uma diferença fundamental: este carro é uma plataforma consistente. Se há algo, é que ele está subdesenvolvido”, afirmou.
Foco em ganho de desempenho
Com Ferrari e Mercedes em ritmo mais forte no começo do campeonato, a meta da McLaren é acelerar a introdução de atualizações sem alterar a filosofia aerodinâmica já aprovada pela equipe. “Desta vez precisamos avançar mais dentro da mesma linha”, resumiu Stella.
Enquanto Lando Norris e Oscar Piastri aguardam pacotes de melhorias, a escuderia britânica tenta repetir a escalada que a levou dos pódios de 2023 aos títulos conquistados em 2025, mas agora partindo de uma base que o comando técnico considera confiável.
Com informações de Autoracing



