A McLaren esclareceu por que postergou a utilização permanente de sua nova asa dianteira na temporada 2026 da Fórmula 1. O componente estreou no Grande Prêmio do Canadá, mas foi retirado antes da classificação Sprint e só voltou às pistas algumas etapas depois, no GP da Espanha.
De acordo com o chefe da equipe, Andrea Stella, o atraso não se limitou a questões aerodinâmicas. “A asa dianteira é um projeto que precisou de algumas corridas para entendermos exatamente como utilizá-la e o que ela estava entregando”, afirmou.
Após a estreia em Montreal nos carros de Lando Norris e Oscar Piastri, os engenheiros identificaram aspectos mecânicos que também exigiam ajustes. Stella explicou que o time trabalhou para desenvolver soluções adicionais, primeiro visando Mônaco e, em seguida, a etapa de Barcelona.
As modificações realizadas nesse intervalo, segundo o dirigente, atingiram o resultado esperado. “Fizemos algumas alterações desde a primeira vez que a introduzimos, e essas modificações foram eficazes. Agora estamos satisfeitos com o desempenho e com a correlação dos dados em comparação com as ferramentas de desenvolvimento”, disse.
Stella destacou ainda a agilidade da equipe técnica na fabricação das novas peças e indicou que a adoção definitiva da asa dianteira encerra a primeira fase de atualizações do carro. O desenvolvimento, porém, continuará: “Veremos uma evolução contínua em várias áreas do carro, porque o projeto ainda é muito imaturo, e isso vale para todos”, completou.
Com informações de F1Mania.net



