O Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1, disputado neste domingo, foi paralisado por aproximadamente 30 minutos devido à perda de aderência do asfalto na curva 19, próximo à saída da Antony Noghes. A falha na pista provocou duas batidas consecutivas e gerou forte reação dos pilotos após a prova.
Aos 78 giros programados, Lance Stroll escapou no ponto crítico e acionou o primeiro safety car. Cinco voltas depois, na relargada, Charles Leclerc atingiu a mesma área, forçando nova entrada do carro de segurança e, em seguida, bandeira vermelha. Só então os comissários detectaram que o asfalto estava se soltando na seção.
Preocupação já existia no desfile de pilotos
Nico Hülkenberg revelou que o problema era visível antes mesmo da largada. “Durante o desfile de pilotos já dava para notar trechos sem asfalto. Foi bem desagradável e pegou alguns de surpresa”, relatou o alemão.
Piastri chama situação de “inaceitável”
Oscar Piastri foi o mais contundente. “A pista estava inaceitável para a relargada. Quem passava por ali, como vimos com Charles e Lance, ficava sem controle, como se fosse gelo. Isso não deveria acontecer”, criticou o australiano.
Alonso evita apontar culpados
Fernando Alonso preferiu tom moderado. “No começo pensei que fossem restos de borracha fora da linha ideal. Depois percebi que estava espalhado por toda parte. Não surpreende que tenham ocorrido acidentes”, disse o espanhol.
A corrida foi retomada com sete voltas restantes, mas o episódio levantou questionamentos sobre a preparação do circuito urbano de Monte Carlo para a categoria.
Com informações de F1Mania.net



