Após três etapas da temporada 2026 da Fórmula 1, a Red Bull Racing ocupa apenas a sexta colocação no campeonato de construtores, com 16 pontos. A pontuação é a mesma da Alpine e dois pontos menor que a da Haas, que aparece em quinto.
O resultado surpreende pelo contraste com o domínio recente da equipe. O novo carro, batizado de RB22, tem apresentado desempenho aquém do esperado, deixando Max Verstappen visivelmente frustrado. Ao término do Grande Prêmio da China, o holandês foi direto ao apontar os problemas: “Muita granulação (nos pneus), não dá para forçar, ritmo terrível, equilíbrio terrível”.
O chefe da equipe, Laurent Mekies, reconheceu limitações importantes no modelo 2026. Análises internas indicam que o déficit está mais ligado à aerodinâmica do chassi do que à unidade de potência.
Estrutura segue robusta mesmo após saídas
A Red Bull sofreu baixas relevantes em sua equipe técnica, como Adrian Newey e Jonathan Wheatley, além do anúncio de que Gianpiero Lambiase se juntará à McLaren em 2028. Apesar disso, a organização mantém uma estrutura considerada sólida e já trabalha em um pacote de atualizações previsto para o Grande Prêmio de Miami.
Expectativa de reação rápida
O ex-piloto Jolyon Palmer alertou para o risco de subestimar a equipe austríaca: “Com os recursos que a Red Bull tem, você não quer dar um mês para eles analisarem dados, trabalharem no carro e trazerem atualizações”. Para Palmer, a tendência é que, assim que os problemas forem resolvidos e o potencial total do RB22 for explorado, a Red Bull volte a brigar pelas primeiras posições, mesmo com o bom início de Haas e Alpine.
O próximo teste para a equipe será no GP de Miami, onde as novas peças deverão estrear em busca de reverter o início de campeonato abaixo das expectativas.
Com informações de F1Mania.net



