George Russell avaliou que a Mercedes terá de fazer ajustes significativos para o restante do fim de semana do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1. Depois das duas sessões de treinos livres desta sexta-feira (21) no Hungaroring, o britânico apontou a Ferrari como referência na disputa.
Segundo o piloto, as mudanças no asfalto e as ondulações da pista complicaram o trabalho de todo o pelotão. “O recapeamento deixou tudo mais desafiador”, comentou.
Russell relatou que o W15 apresentou maior dificuldade nas voltas rápidas, enquanto o desempenho em ritmo de corrida foi considerado mais positivo. “Nosso ritmo em uma única volta não pareceu grande coisa, mas o de corrida foi mais competitivo”, pontuou.
O desgaste acentuado dos pneus também chamou atenção do britânico. “A pista estava bastante irregular em alguns pontos e tivemos problemas com a altura do carro, o que aumentou o desgaste dos pneus”, explicou.
Apesar de enxergar margem para evolução, Russell mostrou preocupação com a performance da escuderia italiana. “Os carros da Ferrari parecem muito fortes e serão difíceis de superar neste fim de semana”, disse. O piloto acrescentou que a equipe alemã precisa “trabalhar duro durante a noite” para reduzir a diferença.
As atividades do GP da Hungria continuam neste sábado, com o terceiro treino livre e a classificação no circuito de 4,38 km localizado nos arredores de Budapeste.
Com informações de F1Mania



