George Russell avaliou os primeiros testes de pré-temporada e concluiu que os modelos da Fórmula 1 para 2026 mantêm a pilotagem instintiva que caracteriza a categoria. A declaração foi feita neste sábado, 7 de fevereiro de 2026, durante conversa com um grupo restrito de jornalistas.
O piloto da Mercedes admitiu ter chegado ao circuito com receio de que o carro exigisse gerenciamento técnico semelhante ao observado na Fórmula E, onde, segundo ele, “parece que você precisa de um engenheiro para guiá-lo”.
“Foi muito mais intuitivo do que eu esperava”, afirmou o britânico, acrescentando que a sensação se assemelha ao tradicional controle de desgaste de pneus já praticado há anos no Mundial. “Pilotos sempre aliviaram o pé para poupar pneus; isso não diminui ninguém, apenas é o modo mais eficiente de pilotar.”
Apesar das novidades introduzidas pelo regulamento, Russell ressaltou que os fundamentos permanecem: “Ainda é preciso frear o mais tarde possível e levar a maior velocidade possível nas curvas”. Para ele, o talento continuará fazendo a diferença: “O mais rápido será quem vai se sobressair; não vejo isso virando uma corrida de engenharia dentro do cockpit”.
Com informações de Autoracing



