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Testes em Barcelona definem cenário das equipes de F1 antes da sessão no Bahrein

Os primeiros testes pré-temporada da Fórmula 1 terminaram no Circuito de Barcelona. Em três dias de atividades, 10 das 11 equipes colocaram na pista os carros já enquadrados no novo regulamento que entrará em vigor em 2026. A próxima rodada de treinos acontecerá no Bahrein, entre 18 e 20 de fevereiro.

Mercedes

Apontada como favorita após rumores de vantagem com as novas unidades de potência, a Mercedes completou cerca de 500 voltas sem falhas mecânicas. George Russell e o novato Kimi Antonelli elogiaram o W15, mas o britânico manteve cautela: “As coisas podem mudar muito até o próximo teste”.

McLaren

Com pintura camuflada no MCL40, a McLaren iniciou o programa só na quarta-feira (28), indicando atraso no cronograma. Oscar Piastri parou mais cedo na quinta-feira por um problema no sistema de combustível, enquanto Lando Norris teve dia sem incidentes. Ao todo, foram 291 voltas concluídas.

Ferrari

Sem contratempos de motor, a Ferrari vive clima de otimismo. Lewis Hamilton, em seu primeiro contato com o SF-26, elogiou a evolução em relação a 2025. Charles Leclerc liderou a tabela de tempos na manhã de sexta-feira e também aprovou o carro. Mesmo assim, o chefe Frédéric Vasseur admitiu que a Mercedes “está um patamar acima”.

Red Bull

O novo propulsor desenvolvido com a Ford não gerou dores de cabeça. Isack Hadjar e Max Verstappen cumpriram o programa previsto, embora uma batida do francês tenha tirado o time da pista por dois dias. A equipe acredita que pode manter Max na luta pelo quinto título, mas admite que o ritmo da Mercedes é referência.

Racing Bulls

Liam Lawson destacou a confiabilidade da nova unidade de potência, e ele e Arvid Lindblad encerraram as atividades satisfeitos com o desempenho. Ambos querem observar o comportamento do carro em condições climáticas diferentes no Bahrein.

Alpine

Depois de uma temporada difícil, a Alpine abriu uma nova fase com motores Mercedes. O foco foi acumular quilometragem e compreender o A526. “Nosso objetivo é recuperar terreno, não buscar grandes marcas agora”, explicou Steve Nielsen.

Haas

A equipe norte-americana surpreendeu positivamente. Oliver Bearman e Esteban Ocon aproveitaram o motor Ferrari para explorar o VF-26. Bearman enfrentou pequeno contratempo na unidade de potência, mas elogiou a rápida solução: “Fizemos o dobro da quilometragem de quarta-feira em metade do tempo”.

Aston Martin

O AMR26, ainda camuflado de preto, foi à pista apenas na quinta-feira. Lance Stroll completou cinco voltas e Fernando Alonso menos de 100. O carro passará por mudanças significativas antes do Bahrein, segundo rumores dentro da equipe.

Audi

O RS26 apresentou diversos problemas de confiabilidade. Gabriel Bortoleto teve dificuldades para cumprir o cronograma, e Nico Hülkenberg classificou o início como “lento”. O diretor técnico James Key citou vazamento hidráulico entre as falhas, mas avaliou que são “questões de aprendizado” de um projeto totalmente novo.

Cadillac

Sergio Pérez relatou “problemas em vários aspectos” durante os três dias, envolvendo motor, carroceria e eletrônica. Valtteri Bottas considerou a quilometragem obtida essencial para a fase de aprendizado de uma estrutura ainda em formação.

Williams

Única ausente da pista, a Williams não levou o FW48 por excesso de peso e atraso na aprovação do crash-test da FIA. O chefe James Vowles avaliou que a decisão garante segurança ao projeto; a estreia do carro é esperada no Bahrein, com suporte de Alexander Albon e Carlos Sainz.

Com a primeira bateria de treinos concluída, as equipes concentram esforços em ajustes e correções para a próxima sessão no Oriente Médio.

Com informações de F1Mania.net

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