Max Verstappen afirmou que a velocidade com que os pilotos se ajustarão aos novos carros será essencial na temporada 2026 da Fórmula 1. A declaração foi dada neste sábado, 24 de janeiro de 2026, enquanto a categoria inicia a maior revisão técnica de seu regulamento.
A partir de 2026, os monopostos passam a utilizar unidades de potência divididas igualmente entre o motor a combustão interna e a energia elétrica, em proporção de 50% para cada sistema. As dimensões dos carros também foram modificadas, alterando aparência e comportamento na pista.
Recomeço técnico no paddock
Com tantas mudanças, equipes e pilotos enfrentam um cenário praticamente inédito. A Red Bull, por exemplo, estreia como fornecedora da própria unidade de potência, impondo desafio adicional ao time. Para os 22 pilotos do grid, o impacto vai além da pilotagem: é preciso dominar novos sistemas de recuperação de energia e gerenciamento de baterias durante as corridas.
“Sinceramente, não faço ideia”
Questionado pela Bloomberg sobre eventual vantagem pessoal, Verstappen adotou cautela. “Sinceramente, não faço ideia. Eu nem dei tantas voltas assim no simulador, então só vou saber quando sentar no carro”, disse o tricampeão.
O holandês destacou que a capacidade de adaptação será determinante: “É muito importante conseguir se adaptar rapidamente à situação, seja em um carro que você conhece há muito tempo ou em um completamente novo”.
Evolução ao longo do ano
Verstappen acrescentou que o aprendizado não termina nas primeiras etapas. “Você precisa se adaptar rápido e aprender rápido também, porque os carros vão evoluir, eu acho, de forma muito rápida”, afirmou. Apesar do cenário desafiador, disse estar tranquilo: “Para ser honesto, não estou muito estressado com isso”.
Com informações de Autoracing



