A Aston Martin trabalha desde terça-feira (2) para solucionar o problema no assento que obrigou Fernando Alonso a abandonar o Grande Prêmio do Canadá. A equipe espera que as alterações sejam suficientes para manter o bicampeão na pista já neste fim de semana, no GP de Mônaco.
Alonso percorreu apenas 23 voltas no Circuito Gilles Villeneuve antes de recolher o carro aos boxes. O espanhol relatou desconforto crescente e afirmou que a posição do assento “não parecia correta”. Dificuldades semelhantes haviam surgido também na corrida curta disputada em Montreal.
Testes conduzidos em fábrica
De acordo com Mike Krack, chefe de operações de pista, Alonso esteve na fábrica desde a manhã de terça-feira para uma série de ensaios estáticos. “Analisamos várias variações e os primeiros sinais são positivos, mas a prova real acontece quando ele guia o carro em condições de pista”, explicou o dirigente.
Krack disse que o piloto saiu dos testes iniciais “razoavelmente confiante” de que a modificação representa avanço, embora admita a possibilidade de novos ajustes ao longo das sessões no Principado.
Pacote de mudanças no cockpit
Segundo o chefe de pista, a adaptação não se resume ao assento. Qualquer alteração exige correções em pedais, distância do volante e verificação da altura máxima permitida pelo regulamento. “Nunca é apenas um detalhe; é um pacote inteiro de modificações”, acrescentou.
Com o trabalho intensificado nos dias que antecedem Mônaco, a equipe acredita ter dado “um pequeno passo na direção certa” para evitar que o desconforto volte a comprometer o desempenho de Alonso.
Com informações de AutoRacing



