Oscar Piastri afirmou que o trabalho em simuladores continua sendo uma ferramenta importante na preparação para os fins de semana de Grande Prêmio, posicionando-se de forma diferente de Lewis Hamilton, que declarou no início do ano não confiar mais no recurso.
Em entrevista concedida à imprensa, o australiano da McLaren atribuiu a diferença de opinião à geração de cada piloto. “Cresci em uma época distinta da de Lewis”, destacou, acrescentando que os simuladores já fazem parte da rotina da Fórmula 1 há muitos anos.
Piastri explicou que, diante da complexidade dos carros atuais, o ambiente virtual auxilia tanto os competidores quanto as equipes. “Com os carros de hoje, que são bastante complicados, considero o simulador muito útil para mim e para o time”, disse.
O piloto, entretanto, reconheceu limitações na ferramenta. “Nunca será perfeito, nunca será infalível e jamais será igual a pilotar o carro real”, ponderou.
Por fim, o australiano ressaltou que a adoção do simulador depende da preferência de cada profissional. “Você trabalha com as ferramentas que tem — ou decide não usá-las — se achar que isso é melhor para você”, concluiu.
Com informações de F1Mania.net



