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Colapinto destaca avanço da Aston Martin na Hungria e cobra reação da Alpine

Franco Colapinto considerou “expressivo” o salto de desempenho apresentado pela Aston Martin no Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1. Segundo o argentino, o carro verde passou a ser “muito mais rápido nas curvas” que o Alpine, o que, na visão do piloto, pressiona a equipe francesa a reagir com a atualização programada para Zandvoort, já na retomada da temporada.

A Aston Martin vinha enfrentando dificuldades na nova era híbrida da categoria, marcada por maior utilização de energia elétrica. Problemas de rendimento e confiabilidade do motor Honda, somados ao comportamento aquém do esperado do AMR26, comprometeram o início de campanha do time britânico.

Depois de adiar melhorias ao longo do campeonato, a escuderia levou um pacote robusto de atualizações a Budapeste. O impacto foi imediato: Fernando Alonso alcançou o Q2 pela primeira vez em uma classificação convencional em 2024, e, na corrida, Lance Stroll e Alonso terminaram em 13º e 14º, respectivamente, pouco mais de dez segundos atrás de Pierre Gasly e à frente de Colapinto.

“Eles estão muito fortes nas curvas. Nas retas continuam bem lentos, mas nas curvas são definitivamente mais rápidos do que nós”, afirmou Colapinto, que passou boa parte da prova perseguindo os Aston Martin.

O argentino acredita que a evolução da rival mostra que a Alpine também pode dar um salto. “Isso prova que podemos melhorar bastante. Espero que nossas atualizações em Zandvoort representem um grande passo”, comentou.

De acordo com a publicação, a Aston Martin deve receber ainda em Zandvoort uma atualização significativa na unidade de potência Honda, o que pode reduzir o déficit nas retas.

Corrida difícil para Colapinto

No Hungaroring, o piloto da Alpine largou em 13º e recebeu a bandeirada apenas em 15º, resultado que o deixou frustrado. “Foi uma tarde muito difícil. No geral, faltou ritmo”, resumiu.

Colapinto relatou que o desempenho caiu logo após as primeiras voltas. “Mesmo com pneus novos, continuávamos muito longe do ritmo. Talvez tenha havido algum dano ou algo do tipo, porque o carro se comportava de forma estranha. Precisamos analisar tudo para entender o que aconteceu”, concluiu.

Com informações de F1Mania.net

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