Ao retornar neste fim de semana às ruas de Monte Carlo, a Fórmula 1 realizará a 72ª edição do Grande Prêmio de Mônaco, prova que alia tradição, dificuldade técnica e estatísticas únicas no calendário.
Traçado curto e desafiador
Com 3,337 quilômetros de extensão, o circuito urbano é um dos menores da temporada. Os pilotos completam 78 voltas, percorrendo pouco mais de 260 quilômetros entre 19 curvas apertadas, muros próximos e a marina do Principado. A concentração precisa ser mantida do início ao fim, já que qualquer erro costuma resultar em abandono.
Velocidades modestas, exigência máxima
Mônaco é considerado o trecho mais lento do campeonato. Na Fairmont Hairpin, por exemplo, a velocidade cai para cerca de 50 km/h. Essa característica diferencia a prova dos demais circuitos, baseados em longas retas e curvas de alta velocidade.
Classificação decisiva
A dificuldade de ultrapassar faz da sessão de sábado um ponto crucial do fim de semana. Grande parte das vitórias no Principado foi conquistada por pilotos que largaram na primeira fila, reforçando a importância do desempenho no grid.
Senna e McLaren dominam as estatísticas
Nenhum piloto venceu mais em Monte Carlo do que Ayrton Senna. Entre 1987 e 1993, o brasileiro somou seis triunfos e permanece como recordista absoluto. Graham Hill e Michael Schumacher aparecem na sequência, com cinco vitórias cada.
No quadro das equipes, a McLaren lidera com 16 conquistas, seguida pela Ferrari, que contabiliza 10 primeiros lugares.
Um circuito que atravessa gerações
Mesmo com a evolução tecnológica dos carros e a expansão global da categoria, o GP de Mônaco mantém praticamente intactos os elementos que o consagraram. Após quase um século, segue entre as corridas mais aguardadas por pilotos, equipes e fãs.
Com informações de F1Mania.net



