A Red Bull Racing considera a Mercedes a referência atual entre os fornecedores de unidades de potência da Fórmula 1. A avaliação foi feita por Laurent Mekies, chefe da equipe, enquanto o campeonato aguarda o resultado inicial do novo programa de aferição da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), batizado de Additional Development and Upgrade Opportunities (ADUO).
O sistema ADUO foi criado para impedir que uma montadora abra vantagem prolongada, como ocorreu no início da era híbrida. A ferramenta compara o rendimento dos motores a combustão em três períodos ao longo da temporada. A primeira verificação começou logo após o Grande Prêmio do Canadá, disputado em 24 de maio, e a FIA deve divulgar suas conclusões até duas semanas depois da corrida.
Segundo Mekies, embora a Mercedes lidere o pelotão na área de motores, o trabalho da Red Bull Powertrains-Ford superou as projeções internas. “Partimos praticamente do zero há poucos anos e já conseguimos alinhar um projeto competitivo no grid”, declarou o francês. O dirigente classificou a evolução da divisão de propulsores como “fenomenal”.
A equipe de Milton Keynes é a quarta colocada no Mundial de Construtores, com 57 pontos, depois de um começo de campeonato considerado difícil. Mesmo assim, o motor desenvolvido em parceria com a Ford recebeu avaliações positivas desde os testes de pré-temporada. Agora, a Red Bull aguarda o parecer da FIA para saber se terá direito a recursos adicionais de desenvolvimento ou se já alcançou um nível próximo ao das principais rivais.
Com informações de F1Mania.net



