A Red Bull Racing enfrenta um começo de campeonato atípico em 2026. Após as três primeiras etapas, a equipe ocupa a sexta colocação no Mundial de Construtores, posição que contrasta com as expectativas habituais do time multicampeão.
Com o rendimento aquém do esperado, o conjunto austríaco vê adversárias como Haas e Alpine somarem pontos de forma mais consistente. Apesar da diferença curta entre as escuderias no pelotão intermediário, o cenário desperta dúvidas sobre a capacidade de reação da Red Bull ao longo do calendário.
Surpresa no grid
Ex-piloto da IndyCar e comentarista de Fórmula 1, James Hinchcliffe classificou como “chocante” a situação: “É surpreendente pensar que a menor equipe do grid consegue, neste momento, superar a Red Bull em desenvolvimento”, afirmou. Segundo ele, a Haas adotou estratégia agressiva ao antecipar atualizações, fator que explicaria o bom início, embora haja incerteza sobre a manutenção desse ritmo.
Falhas de confiabilidade preocupam
Os problemas da Red Bull vão além do desempenho puro. Max Verstappen bateu no Q1 em Melbourne, largou do fundo do grid e abandonou na China após falha na unidade de potência fornecida pela Red Bull Powertrains-Ford. O companheiro Isack Hadjar também enfrentou contratempos: um abandono, uma rodada e dificuldades com a bateria nas primeiras corridas.
Previsões para o restante da temporada
Para o ex-piloto de Fórmula 1 Jolyon Palmer, a atual classificação não deve se manter. “A Haas não vai permanecer à frente da Red Bull. Muita coisa deu errado para eles até agora”, comentou. Na visão de Palmer, a ausência de fins de semana “limpos” explica a pontuação baixa, apontando que a equipe de Milton Keynes ainda possui margem para recuperar terreno.
Com 21 provas restantes no calendário, a Red Bull busca corrigir falhas de confiabilidade e reduzir erros operacionais para retomar a disputa pelas primeiras posições.
Com informações de F1Mania.net



