Toto Wolff afirmou que o domínio da McLaren no Grande Prêmio da Hungria, disputado em 1º de agosto de 2026, não altera o equilíbrio geral da temporada da Fórmula 1. Para o chefe da Mercedes, o traçado do Hungaroring historicamente favorece a equipe britânica e, por isso, o resultado não serve como parâmetro definitivo.
Triunfo fora do eixo Mercedes-Ferrari
Pela primeira vez em 2026, uma corrida foi vencida por um piloto de fora das duplas Mercedes ou Ferrari. Lando Norris conquistou a vitória em Budapeste com mais de 15 segundos sobre Max Verstappen. Kimi Antonelli completou o pódio. Foi o terceiro triunfo consecutivo da McLaren no circuito húngaro.
Atualizações e histórico favorável
A McLaren estreou um pacote de melhorias que incluiu mudanças na asa traseira, no assoalho e nas placas laterais. Ainda assim, Wolff atribuiu a vantagem à afinidade da equipe com o Hungaroring. “Até uma inteligência artificial apontaria a McLaren como favorita aqui; eles venceram no ano passado e o circuito não costuma favorecer nosso carro”, comentou.
Mercedes aguarda próximos pacotes
O dirigente ressaltou que a Mercedes não implementa modificações grandes desde o GP do Canadá, em maio. Segundo Wolff, o time alemão prefere concentrar atualizações maiores em momentos estratégicos, ao contrário da Ferrari, que introduz peças quase a cada etapa. Ele garantiu que novos componentes estão programados para a segunda metade do campeonato e que o teto orçamentário permite investir nesse período.
Wolff concluiu que a evolução da McLaren é real, mas alertou para análises precipitadas: “Todos seguem competitivos; precisamos observar como cada carro reage em pistas diferentes ao longo do ano”.
Com informações de Autoracing



