A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) avisou que não pretende acelerar decisões de segurança depois do forte impacto sofrido por Oliver Bearman durante o Grande Prêmio do Japão, realizado na última segunda-feira, 13 de abril de 2026, às 9h30 (horário local).
O diretor de monopostos da entidade, Nikolas Tombazis, informou que qualquer mudança no regulamento será analisada minuciosamente. “Todo acidente em alta velocidade é um choque, mas não podemos reagir com pressa”, declarou ao jornal britânico The Guardian.
Entenda o acidente
Na corrida em Suzuka, Bearman se aproximava de Franco Colapinto, da Alpine, quando foi surpreendido pela diferença de velocidade entre os carros. O britânico perdeu o controle, atravessou a área de escape coberta por grama e colidiu violentamente contra o muro. Apesar do impacto, ele deixou o cockpit sem ajuda e, após exames no centro médico do autódromo, recebeu liberação para seguir viagem.
Debate sobre velocidade e segurança
Tombazis lembrou que a disparidade de velocidade já vinha sendo discutida com as equipes antes mesmo do acidente, mas ainda falta tempo para avaliar todos os dados. “Quando introduzimos mudanças de forma apressada, corremos o risco de piorar a situação ou criar novos problemas”, alertou.
De acordo com o dirigente, a segurança segue como “prioridade máxima” na Fórmula 1. A federação voltará a se reunir com as escuderias na próxima semana para buscar consenso sobre possíveis ajustes antes da retomada da temporada, marcada para o GP de Miami, no mês que vem.
Com informações de Autoracing



