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Diretor da Red Bull defende liberdade maior no desenvolvimento dos motores da Fórmula 1

Milton Keynes (ING) – Ben Hodgkinson, diretor técnico da Red Bull Powertrains, afirmou que gostaria de ver menos restrições no processo de criação das novas unidades de potência da Fórmula 1, previsto para 2026.

Para impedir que uma fabricante abra larga vantagem, a categoria instituiu o sistema de Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização (ADUO), que permite revisões de componentes após a 6ª, 12ª e 18ª etapas da temporada. Mesmo assim, o engenheiro não esconde a preferência por regras mais flexíveis.

“Luta livre” sem homologação

“Eu pessoalmente adoraria acabar com a homologação e ter uma luta livre”, declarou Hodgkinson. “Já temos teto orçamentário e limite de horas no dinamômetro; isso, para mim, seria suficiente.”

Complexidade das atualizações

O dirigente explicou que o desenvolvimento de um motor é mais demorado do que o de um chassi. “Não são apenas dois carros para atualizar; há toda uma frota de unidades no nosso ‘pool’. Cada peça precisa de durabilidade mínima, alta precisão e pode levar até 12 semanas para ser fabricada, além dos testes e da instalação”, detalhou.

Efeito limitado do ADUO

Mesmo com o mecanismo de revisão, Hodgkinson acredita que quem começar na frente poderá permanecer no topo. “Após seis corridas, o pacote é analisado e, tecnicamente, na sétima já se pode introduzir uma evolução”, pontuou.

Lembrança de 2014

Ele citou o exemplo de 2014, quando a Mercedes acertou em cheio no novo regulamento de motores e dominou os anos seguintes. “Isso recompensa quem acerta? Acredito que sim. Se eu tivesse 20 kW para acrescentar ao motor agora, faria imediatamente”, concluiu.

Com informações de F1Mania

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