O diretor-executivo da McLaren, Zak Brown, reiterou nesta semana seu pedido para que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) endureça as normas que regem a relação entre equipes principais e satélites na Fórmula 1. Em mensagem direcionada aos torcedores, o dirigente defendeu que as escuderias atuem de forma plenamente independente, com exceção do fornecimento de unidades de potência, a fim de preservar a imparcialidade esportiva.
Brown já havia encaminhado, no mês passado, uma carta ao presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, utilizando a parceria entre Red Bull e Racing Bulls como exemplo para ilustrar possíveis conflitos de interesse. No novo comunicado, ele reforçou que alianças técnicas, financeiras ou de governança “podem gerar confusão” e comprometer a igualdade de condições entre os 11 times do grid.
“No passado, algumas equipes precisaram recorrer a acordos desse tipo para sobreviver, mas o cenário atual é diferente”, afirmou o executivo. “Agora que o esporte atravessa um período de sólida saúde financeira, é o momento de avançar para uma verdadeira independência entre todas as escuderias.”
O chefe da McLaren ressaltou ainda que os fãs esperam ver os 22 pilotos competindo “com a mesma intensidade” e sob “as mesmas regras”. Segundo ele, tanto a FIA quanto a detentora dos direitos comerciais, a Liberty Media, já demonstraram capacidade de fortalecer a categoria e, portanto, podem direcionar esforços para resolver o tema em breve.
Brown concluiu dizendo estar confiante de que o assunto será discutido e encaminhado pelas entidades responsáveis, consolidando, segundo ele, um cenário mais justo para o campeonato.
Com informações de F1Mania.net



